SOBRE
Teatro Gíria é uma estrutura de criação multidisciplinar que aposta na produção e difusão das artes performativas, focando-se principalmente no teatro, seja ele de repertório ou de criação, e nas novas dramaturgias portuguesas e europeias, sem exclusão de outras. A criação desta estrutura surge da vontade, e necessidade, de criar um novo espaço, humano e físico, de pesquisa, experimentação e liberdade,
focado em questões contemporâneas.
Acreditando que na arte se encontra um espaço propício para a educação e para estimulação da evolução do pensamento, pretende-se desenvolver uma programação que seja sinónimo de uma maior aposta em novos e jovens criadores, aliados a outros criadores com percursos artísticos sólidos e experientes; fomentar a criação de novas dramaturgias dramáticas e pós dramáticas; estimular a metodologia da criação teatral, na procura de períodos de experimentação, acompanhados por artistas, pensadores e criadores do nosso tempo; sensibilizar novos e diversificados públicos para a arte contemporânea.
QUEM SOMOS

Francisco Monteiro Lopes
Nasceu em Junho de 2001.
O actor, descobriu o gosto pela representação aos 7 anos, e a partir desse momento, procurou manter um contacto com o meio teatral através de espectáculos com grupos amadores. Aos 15 anos ingressou na Escola Profissional de Teatro de Cascais (2016-2019) onde obteve uma formação sólida em Teatro.
Como complemento da sua formação, frequentou ao longo do tempo vários cursos e workshops, como: Curso intensivo de Teatro na Guildford School of Acting; Workshop de representação com Sérgio Penna; Laboratório Teatral com Tiago Vieira; entre outros.
Com o Teatro Experimental de Cascais integrou o elenco de vários espectáculos da companhia:
O Sonho de August Strindberg (2019),
Lulu de Frank Wedekind (2019),
Camino Realde
Tennessee Williams (2020), eYerma
de Federico Garcia Lorca (2020), com encenações de Carlos Avilez; de Quando Jesus voltou à Terra de Armando Martins Janeira, com encenação de Rodrigo Aleixo (2019); e de
Beatrix Cenci, com autoria e encenação de Graça P. Corrêa (2021).
Em 2020, protagonizou o monólogo A 20 de Novembro, de Lars Norén, encenação de Rodrigo Aleixo, em várias localidades ao longo de 2020 e 2021, e ainda se mantém em circulação.
Em 2021 fez também parte dos espectáculos Terrorismo, dos Irmãos Presniakov, com encenação de Leandro Paulin;
A Dor de Todas as Ruas Vazias, com encenação de Tiago Vieira; e TITUS, com adaptação e encenação de Rui Neto.
Fez também várias curtas-metragens e participações em diversos projectos televisivos. Frequenta o 3ºano do curso superior de estudos comparatistas, da Faculdade Letras.
Desde 2022 que é membro fundador e integra a direcção da estrutura Teatro Gíria.

Rodrigo Aleixo
Nascido em Cascais em 1996.
Entre 2011 e 2014, frequentou a Escola Profissional de Teatro de Cascais. O curso de interpretação serviu para conhecer o trabalho do actor e perceber que se sentia mais realizado no outro lado, na criação e encenação. É nestes campos que tem vindo a
desenvolver o seu trabalho.
Em 2015, estreia-se como criador, com os espectáculos O Último Desejo e Autos de Violência, em Lisboa. No final de 2015 cria um grupo informal de criação teatral intitulado “Projecto Emergente” no qual assume responsabilidades de coordenação artística, e com o qual produz e encena os espectáculos Um Pedido de casamento e Um Urso, a partir de Anton Tchékhov (2015); Troianas – Choro de uma guerra, a partir de Eurípides (2016); The Freak Show, criação original (2016); Chatroom, de Enda Walsh (2017); e Penetrador, de Anthony Neilson (2018).
Em 2016 inicia uma colaboração, que se mantém até aos dias de hoje, com o Teatro Experimental de Cascais, enquanto assistente de encenação de Carlos Avilez, e diretor de cena da companhia. Em 2019, e a convite do TEC, dirige pela primeira vez um espectáculo para a companhia, encenando o espectáculo Ninguém é Garrett, de José Jorge Letria, e posteriormente Quando Jesus Voltou à Terra, de Armando Martins Janeira. Também para o TEC, co-encena em 2021, o espectáculo Os Gigantes da Montanha, de Luigi Pirandello.
Em 2020 encena e co-produz com Francisco Monteiro Lopes, o espectáculo A 20 de Novembro, de Lars Norén, que se mantém ainda em circulação. Em 2022 realizou um curso de formação com Pedro Gil, intitulado Lições de teatro, e ainda um workshop com a encenadora espanhola Marta Pazos. Em Setembro de 2022 foi seleccionado e venceu o concurso Novos Encenadores de Ópera, integrado na programação do ÓperaFest Lisboa.
Desde Fevereiro de 2022 que é membro fundador e director da estrutura Teatro Gíria, com a qual criou em Setembro de 2022 o espectáculo El Duende Flamenco, no Festival Todos.
Patrícia Fonseca
Nasceu em Janeiro de 2000, em Lisboa. Estudou na Escola Profissional de Teatro de Cascais entre 2015 a 2018, e em seguida licenciou-se no ramo de actores na Escola Superior de Teatro e Cinema, terminando em 2021.
Como complementos da sua formação, frequentou diversos workshops e cursos sazonais, dos quais se destacam o Curso Trimestral na Comuna - Teatro de pesquisa, com orientação de João Mota, em 2018; a masterclass com Pascal Rambert, no Teatro Nacional Dona Maria II, em 2018; o workshop Falar Shakespeare, com orientação de Luís Moreira, em 2019; e a masterclass com Pedro Gil no Teatro Nacional Dona Maria II, em 2021.
Ainda no Teatro Nacional Dona Maria II integrou o elenco do projecto “Kcena”, em 2019, sob direcção de Teresa Sobral e Raquel André. Enquanto actriz, trabalhou profissionalmente e academicamente em vários projectos, com diversas companhias, e encenadores como, Pedro Penim, Lígia Roque, Rui Neto, Jean Paul Buchieri, Beatriz Batarda, Tonan Quito, Fernanda Lapa, João Mota e Carlos Avilez.
O último espectáculo que integrou foi As Artimanhas de Scapin, de Molliére, uma produção Teatro da Comuna, estreada em 2020 no Festival de Almada. Trabalhou ainda enquanto assistente de produção e apoio a espectáculos com Palco 13 e Teatro Experimental de Cascais.
Em 2021, integrou o elenco da produção da SP Televisão/SIC, a telenovela
Amor Amor. Também em 2021, iniciou um projecto de leituras de poesia, intitulado "Entre versos", com direcção de Gonçalo Botelho e produzido pela companhia Teatro Bastardo.
Desde 2022 que é membro fundador e integra a direcção da estrutura Teatro Gíria.
AGENDA
-
2026 -
10 e 11 de Abril |
A 20 de Novembro
no Teatro Mandrágora
(Montevidéu, Uruguai)
-
2025 -
10 a 12 de Abril |
A 20 de Novembro
no Galpão do Folias - Espaço Reinaldo Maia
(São Paulo, Brasil)
-
2024 -
5 a 7 de Julho |
A 20 de Novembro
na Sede Cia dos Atores
(Rio de Janeiro, Brasil)
24 e 25 de Abril | A 20 de Novembro
no Centro Cultural do Mindelo
(Mindelo, Ilha de S. Vicente, Cabo-Verde)
-
2023
-
18 de Julho |
FREE - O Resgate
no Polo Cultural das Gaivotas - Boavista | Gaivotas no Pátio
(Lisboa)
18 a 28 de Maio | FREE
ESTREIA - em co-produção com Teatro Experimental de Cascais, no Teatro Municipal Mirita Casimiro
(Estoril, Cascais)
13 de Maio | Conferência
"Caminhos para a Integração"
Academia das Artes do Estoril, no Auditório Carlos Avilez
(Estoril, Cascais)
4 a 8 de Janeiro |
Vou falar de ti a toda a gente
ESTREIA - no Teatro Experimental de Cascais, Teatro Municipal Mirita Casimiro
(Estoril, Cascais)
-
2022
-
6 de Novembro | A 20 de Novembro (transmissão on-line)
Transmissão integrada no festival internacional VOILÁ! EUROPE, do Cockpit Theatre
(EN)
4 e 5 de Novembro | Vou falar de ti a toda a gente
ANTESTREIA - Espectáculos na BlackBox d' O Espaço do Tempo
(Montemor-o-Novo)
25 de Outubro a 6 de Novembro | Vou falar de ti a toda a gente
Residência artística em O Espaço do Tempo
(Montemor-o-Novo)
11 de Setembro | El Duende Flamenco
ESTREIA - Espectáculo para o Festival Todos - Caminhada de culturas
(Charneca, Lisboa)
CRIAÇÕES
A 2 0 D E
N O V E M B R O
Fotografias de cena: Grace Ribeiro
Em 2022, o Teatro Gíria regressa ao espetáculo
A 20 de Novembro, texto de Lars Norén, para uma revisitação e uma maior aposta num projeto de circulação internacional com um caráter pedagógico.
Após a estreia do espetáculo em Cascais (Lisboa, Portugal) em 2020 e a sua circulação por algumas cidades portuguesas, surge o projeto de internacionalização. Em 2022 participou - via streaming - no Festival internacional VOILÁ!EUROPE, do Cockpit Theatre, de Londres - onde foi nomeado para melhor espetáculo nos prémios OFF Theatre.
Desde então, este projeto circulou já pelas cidades do Mindelo (Cabo-Verde), Rio de Janeiro e São Paulo (Brasil), e Montevidéu (Uruguai). Estão a ser preparadas novas circulações para 2026 e 2027.
Texto: Lars Norén | Tradução: José Peixoto | Encenação: Rodrigo Aleixo | Interpretação: Francisco Monteiro Lopes |
Cenografia, Figurinos e Adereços:
Teatro Gíria, a partir da criação original de João Vasconcelos
|
Produção: Teatro Gíria |
Assistência de produção: Patrícia Fonseca |
Desenho de luz e responsável técnico:
Pedro Guimarães | Design gráfico:
Teatro Gíria |
Fotografias de divulgação:
Grace Ribeiro | Assistências de produção local:
Daniela Santos (Mindelo),
Marco Sá Pedroso e Marina Montecchio (Rio de Janeiro),
Cícero de Andrade e Daniela Simonassi (São Paulo) e
Kajamarca Produciones (Montevidéu).
Com o apoio de:
Teatro Mandrágora, Kajamarca Produciones, Explorer Bar, Sede Cia dos Atores, Galpão do Folias,
Mosaico Produções e Teatro Experimental de Cascais.
Projetos de circulação internacional financiados por:
Ministério da Cultura Portuguesa e Direção-Geral das Artes
(Circulação a Cabo-Verde e Brasil)
GDA, Ministério da Cultura Portuguesa e Direção-Geral das Artes
(Circulação a Uruguai)
Circulação Internacional
CABO-VERDE, Ilha de São Vicente, Mindelo · Centro Cultural do Mindelo
24 e 25 de abril de 2024
BRASIL, Rio de Janeiro · Sede Cia dos atores (Santa Tereza)
5 a 7 de julho de 2024
BRASIL, São Paulo · Espaço Reinaldo Maia | Galpão do Folias
10 a 12 de abril de 2025
URUGUAI, Montevidéu · Teatro Mandrágora
10 e 11 de abril de 2026
Outras sessões
ON-LINE · Transmissão streaming integrada no Festival Internacional VOILÁ! EUROPE (ENG)
6 de Novembro de 2022
F R E E
Fotografias de cena: Filipe Ferrreira
Inspirado em factos reais, FREE é uma história de vários refugiados vindos do norte de África e do médio oriente, da viagem que tiveram de fazer, muitas vezes colocando a vida em risco ao atravessarem o Mediterrâneo em condições sub-humanas, mas é também a história de voluntários que se dispuseram a sair dos seus países para tentar ajudar estas pessoas. Através de relatos indirectos e da própria vivência dos voluntários, FREE é um retrato não de heróis e vítimas, mas de pessoas comuns que se encontraram, por força do mundo à volta delas, em circunstâncias extraordinárias, efectuando uma viagem ao encontro do outro e em busca de si próprias.
Co-produção: Teatro Gíria e Teatro Experimental de Cascais
Texto:
Miguel Graça
| Encenação:
Rodrigo Aleixo | Cenografia:
José Manuel Castanheira
| Figurinos:
Fernando Alvarez
|
Assistência de encenação:
Pedro Caeiro
| Desenho de Luz:
Pedro Guimarães
| Percussionista:
Miguel Sobral Curado
|
Interpretação:
Bárbara Branco, Daryab Rasoli, Francisco Monteiro Lopes, João Gaspar, Mário Coelho, Manuela Couto, Patrícia Fonseca, Rivânia Saraiva e Afonso Lourenço, Maria Mingote, Tomás Vinhas e Vasco Maranha
| Produção Executiva:
Teatro Gíria
| Produção:
Joana Ferreira
| Assistência de Produção:
Gonçalo Costa | Assistência construção cenográfica:
Ricardo Reis |
Costura:
Rosário Balbi e Pedro Rodrigues | Fotografia de cartaz:
Pedro Jafuno | Fotografias de ensaio e cena:
Filipe Ferreira | Fotografias do processo criativo:
Gonçalo Filipe | Designer gráfico:
Ricardo Rodrigues
Equipa do Teatro Experimental de Cascais:
Direção: Carlos Avilez e João Vasco | Produção: Raul Ribeiro | Direção de montagem: Rui Casares | Montagem: Carlota González |
Operação de luzes e assistência de montagem:
Jorge Saraiva | Operação de som e vídeo:
Hugo Neves Reis |
Auxiliar de manutenção:
Clarisse Ribeiro | Secretariado:
Maria Marques | Contabilidade:
Ana Landeiroto
Espetáculo financiado por:
República Portuguesa / Direção Geral das Artes, Cascais Jovem / Câmara Municipal de Cascais
e Junta de Freguesia de São Domingos de Rana
Apoios à criação:
ACM - Alto Comissariado paras as Migrações, APIRP – Associação de Apoio a Imigrantes e Refugiados em Portugal, Bacalhôa, Câmara Municipal de Cascais, Câmara Municipal de Lisboa, Clube Desportivo de Paço de Arcos, Clube Naval de Lisboa, Companhia Olga Roriz, Copitec, Crescer, Cruz Vermelha Portuguesa, Decathlon Cascais, Eurospuma, Grupo Galrão, JRS – Serviço Jesuíta aos Refugiados, Luso, Polo Cultural das Gaivotas-Boavista, Pollux, Robbialac, Teatro Praga e Transtejo.
Agradecimentos:
Carlos Gonçalves, Cristina Piedade, Manuel Ruiz, Pedro Russo, Susana Gouveia - Cruz Vermelha Portuguesa, Paulo Neto – Eurospuma, José António Madeira - Espumas4you, Marco Fernandes, Isabel Galvão - CPR, Susana Gouveia - Cruz Vermelha, Natália Capela - Central Cervejas, João Brito – Copitec, Restaurante “O Espalha Brasas”, Pedreira Galrão, Clube Desportivo de Paço de Arcos, Marta Silva - Largo Residências, Patrícia Vasconcelos, Companhia Teatro de Almada, Teatro Mosca, Seán Binder, Teatro Meridional, Marta Lopes Correia, Inês Ariana, Luís Stoffel, Miguel Duarte, Sara de Paulo,
e todas as pessoas entrevistadas durante o processo de criação.
Estreia
CASCAIS
· Teatro Municipal Mirita Casimiro - Teatro Experimental de Cascais
18 a 28 de Maio de 2023
Conferência "Caminhos para a integração"
CASCAIS
· Academia das Artes do Estoril, no Auditório Carlos Avilez
4 a 8 de Janeiro de 2023
"FREE - O resgate"
LISBOA · "Gaivotas no Pátio" | Polo Cultual das Gaivotas - Boavista
18 de Julho de 2023
Num convite realizado pelo Polo Cultural Gaivotas Boavista, "FREE - o resgate" é uma adaptação do espetáculo
"FREE" estreado em Maio de 2023, em co-produção com o Teatro Experimental de Cascais.
"FREE" é uma criação do Teatro Gíria, que começou a ser construída cerca de um ano antes quando a estrutura convidou Miguel Graça para escrever uma peça sobre a crise migratória no Mediterrâneo. Ao longo desse tempo, o autor teve a oportunidade não só de investigar os eventos que começaram a ter eco na nossa consciência sobretudo a partir de 2013 – com o naufrágio de Lampedusa, onde cerca de trezentas pessoas perderam a vida – mas também de entrevistar várias pessoas, refugiados, migrantes e voluntários que tiveram contacto direto com esta realidade.
"FREE" é o resultado teatral desse trabalho, uma fição-documental que acompanha o trajeto de várias personagens e de várias pessoas que representam, de certa maneira, o melhor e o pior de todos nós, ao mesmo tempo que tenta refletir sobre as nossas ações, sobre o tempo, sobre o amor e sobre a nossa posição no país, no mundo e no universo.
Texto: Miguel Graça | Encenação: Rodrigo Aleixo | Assistência de Encenação: Pedro Caeiro | Figurinos: Fernando Alvarez |
Interpretação: Afonso Lourenço, Bárbara Branco, Francisco Monteiro Lopes, João Gaspar, Manuela Couto, Patrícia Fonseca,
Pedro Russo e Rivânia Saraiva | Percussionista: Miguel Curado Sobral | Produção: Teatro Gíria
Com o apoio de:
Agência Funerária Eden, Antena 2, Câmara Municipal de Lisboa, Funalcoitão, Nomalism, O Espaço do Tempo, Polo Cultural das Gaivotas-Boavista, SC tecidos, Teatro Experimental de Cascais, Vidal Tecidos e VinilStar.
Agradecimentos:
Ana Cristina Patrício, Anthropos - Associação Cultural, António Tavares, Arrepio Lisboa, Caetana Serra, Catarina Rabaça, Fábrica Braço de Prata, Fernando Alvarez, FF, Francisca Homem, José Condessa, Leandro Paulín, Mário Tavares, Pastelaria Estudantil, Pastelaria Almodôvar, Pastelaria Tóia, Rui Monteiro, Sílvio Vieira, Teatro Bastardo e Telmo Antunes.
Espectáculo financiado pela Bolsa de criação O Espaço do Tempo, BPI/ Fundação "la Caixa"
V O U F A L A R D E T I A
T O D A A
G E N T E
Fotografias de cena: Filipe Ferrreira
A morte carrega muitas vezes uma ideia de fim. Mas, e se for só mais uma fase de um ciclo? Três jovens têm o mesmo objectivo: realizar a cerimónia fúnebre de um amigo. Neste momento surgem dúvidas, conflitos e questões de identidade, alimentadas pelo facto de todos terem conhecido o amigo de forma diferente. Consegue, quem fica, pôr de parte egos e crenças pessoais, chegando a acordo quanto a uma forma justa de homenagear quem parte? Confrontadas com a imperfeição do "ciclo da vida", as personagens passam por um processo de tentar torná-lo mais perfeito, procurando que a igualdade, os sonhos, e a esperança estejam ao alcance de todos.
Há neste espectáculo um paralelismo entre realidade e ficção, no qual os actores e criadores se servem das personagens, na busca da melhor forma de, também eles, homenagearem um amigo.
Criação:
Francisco Monteiro Lopes e Rodrigo Aleixo |
Encenação:
Rodrigo Aleixo | Assistência de encenação e produção:
Patrícia Fonseca | Interpretação:
Francisco Monteiro Lopes, João Gaspar, Miguel Amorim e Pedro Russo | Cenografia e adereços:
Pedro Vercesi |
Assistência cenográfica:
Martim Diniz | Figurinos:
Teatro Gíria |
Concepção de figurinos:
Atelier Rosário Balbi | Desenho de luz:
Pedro Guimarães |
Assistência de ensaios e espectáculo:
Gonçalo Cotrim | Vídeo e fotografias promocionais:
Luana Doret |
Fotografias de cena:
Filipe Ferreira |
Produção:
Teatro Gíria
Com o apoio de:
Agência Funerária Eden, Antena 2, Câmara Municipal de Lisboa, Funalcoitão, Nomalism, O Espaço do Tempo, Polo Cultural das Gaivotas-Boavista, SC tecidos, Teatro Experimental de Cascais, Vidal Tecidos e VinilStar.
Agradecimentos:
Ana Cristina Patrício, Anthropos - Associação Cultural, António Tavares, Arrepio Lisboa, Caetana Serra, Catarina Rabaça, Fábrica Braço de Prata, Fernando Alvarez, FF, Francisca Homem, José Condessa, Leandro Paulín, Mário Tavares, Pastelaria Estudantil, Pastelaria Almodôvar, Pastelaria Tóia, Rui Monteiro, Sílvio Vieira, Teatro Bastardo e Telmo Antunes.
Espectáculo financiado pela Bolsa de criação O Espaço do Tempo, BPI/ Fundação "la Caixa"
Antestreia
MONTEMOR-O-NOVO · EDT Fest - BlackBox O Espaço do Tempo
4 e 5 de Novembro de 2022
Estreia
CASCAIS · Teatro Municipal Mirita Casimiro - Teatro Experimental de Cascais
4 a 8 de Janeiro de 2023
E L D U E N D E F L A M E N C O
Fotografias de Amélia Monteiro
A arte flamenca está relacionada sobretudo com a comunidade andaluza e as comunidades ciganas. Esta manifestação artística teve origem nos bairros ciganos e foi passando de geração em geração, transformando-se numa expressão artística bastante elaborada e apreciada por muitos, independentemente da classe social. El Duende Flamenco é um espetáculo de dança flamenca, protagonizado pelo bailarino luso-espanhol, João Lara, com acompanhamento de músicos espanhóis e portugueses. Recria-se o ambiente de um tradicional tablao, onde o público poderá desfrutar de um espetáculo de dança e canto flamenco.
a partir de textos de Federico Garcia Lorca | Criação e encenação: Rodrigo Aleixo | Coreografia: João Lara | Produção: TEATRO GÍRIA | Interpretação: João Lara (Bailarino), Javi Gomez (Guitarra), Luati Gonsalez (Percussão), Rosa Linero (Voz) e Afonso Lourenço, Gonçalo Arroja, Gonçalo Braga, Hugo Narciso, Patrícia Fonseca, Pedro Guerreiro, Rafael Paes e Tiago Oliveira | Assistência de Criação e Produção: Francisco Monteiro Lopes e Patrícia Fonseca | Cenografia e Figurinos: TEATRO GÍRIA | Concepção plástica de cabeça de Lorca: PIA – Projectos de Intervenção Artística/Maria Dinis
Com o apoio de:
Arco Íris a Metro, Câmara Municipal de Lisboa, Imprimir com Arte, Pastelaria Ribeiro, Polo Cultural das Gaivotas-Boavista,
Teatro do Bairro e Teatro Experimental de Cascais.
Espectáculo criado para o
Festival Todos - Caminhada de Culturas (2022)
Estreia
LISBOA · Festival Todos - Caminhada de culturas - Jardim do Campo das Amoreiras
11 de Setembro de 2022
A 2 0 D E
N O V E M B R O
Fotografias de cena: BirdyStudios
Em
A 20 de Novembro, o autor Lars Norén dá voz a um jovem de 18 anos, Sebastian Bosse, prestes a invadir a escola onde estudou com o intuito de fazer um massacre. O dramaturgo sueco pesquisou extensivamente o massacre de 2006, lendo o diário do jovem, as publicações no seu website, e assistindo ao vídeo que Sebastian fez antes do tiroteio. Neste monólogo, dolorosamente honesto e implacável, o jovem fala da violência verbal, física, e psicológica de que foi vítima, do ódio pela escola, do conceito de liberdade que, para ele, não passa de mera ilusão, e do sentimento de não pertença. Neste texto, a meio caminho entre o manifesto e o solilóquio, desenvolve uma teoria política para justificar o que está prestes a fazer, enquanto revela as feridas mais íntimas. Os professores são apontados como o principal
alvo deste atentado uma vez que, segundo Sebastian, nada fizeram para impedir que ele fosse
maltratado pelos colegas. Neste espectáculo o jovem está num limbo constante entre
o contar e o reviver, e o acusar e o procurar respostas.
Texto: Lars Norén | Tradução: José Peixoto | Encenação: Rodrigo Aleixo | Interpretação: Francisco Monteiro Lopes | Cenografia, Figurinos e Adereços: João de Vasconcelos e Rodrigo Aleixo | Construção cenográfica: Manuel Amorim e Rui Casares | Desenho de luz e responsável técnico: Paulo Santos | Assistência de encenação: Rodrigo Cachucho | Produção executiva: Francisco Monteiro Lopes e Rodrigo Aleixo | Design gráfico e divulgação: João de Vasconcelos | Fotografias de divulgação e cena: BirdyStudios – Duarte Lopes | Registo vídeo do espectáculo: miguelangeloaudiovisuais | Apoio ao espectáculo: Bruna Lima e Gonçalo Braga
Com o apoio de:
Câmara Municipal de Cascais, Câmara Municipal de Lisboa, Escola Profissional de Teatro de Cascais, Imprimir com Arte, L.A.M.A. Teatro, Polo Cultural das Gaivotas Boavista, Primeiros Sintomas, Teatro da Rainha, Teatro Experimental de Cascais.
Espectáculo financiado por:
Ministério da Cultura, Direção-Geral das Artes, Câmara Municipal de Cascais e Cascais Jovem.
Estreia
CASCAIS · Teatro Municipal Mirita Casimiro
7 e 8 de Fevereiro de 2020
Circulação Nacional
LISBOA · C.A.L. - Centro de Artes de Lisboa
5 a 8 de Março de 2020
CALDAS DA RAINHA · Sala Estúdio Teatro da Rainha
17 a 18 de Setembro de 2021
FARO · L.A.M.A. BlackBox
24 a 26 de Setembro de 2021
PAÇO DE ARCOS · Salão Nobre C.D.P.A.
20 de Novembro de 2021
Outras sessões
ON-LINE ·Transmissão
streaming em Cascais Jovem
4 de Julho de 2020
